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Treino de força em prevenção e reabilitação
Participação especial Marco Narici (Manchester University) Pubmed author - THE IMPORTANCE OF EXERCISE FOR MUSCLE-SKELETAL HEALTH Per Aagaard (Souther Denmark University) Pubmed author USE OF RESISTANCE TRAINING IN THE PREVENTION AND REHABILITATION OF OVERUSE INJURY IN HUMAN MUSCLE AND TENDON Charlotte Suetta (Sports Medicine Institute, Copenhagen University) Pubmed author MOLECULAR REGULATION OF DISUSE MUSCLE ATROPHY AND RETRAINING IN YOUNG AND AGED HUMAN SKELETAL MUSCLE |
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Testemunho
![]() It is exciting to see that so many healthcare practitioners around the world recognize the tremendous health benefits of exercise. The International Congress PRACTICE - Active Prevention and Rehabilitation is another great example of how we can move forward with advancing the idea that Exercise Is Medicine!". Robert Sallis, Exercise is Medicine
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Sessões comentadas “Molecular Regulation of Disuse Muscle Atrophy and Retraining in young and aged human skeletal muscle” A comunicação da prof. Suetta versou sobre os mecanismos de regulação da atrofia e recuperação muscular em jovens e idosos. Se por um lado perdemos cerca de 40% na área de secção transversal de um musculo entre os 20 e os 80 anos, também é um facto que o retreino permite recuperar os valores anteriores mas que serão certamente diferentes em jovens e idosos, com menor capacidade de recuperação entre os mais idosos. Mecanismos como o aumento da apoptose celular, aumento do stress oxidativo, aumento da proteolise, diminuição da sintese proteica, inflamação e alteração da função mitocondrial estão envolvidos nos mecanismos de perda. Estudos referentes a esta temática provaram que o maior declineo da massa muscular se verifica nos primeiros 10 dias de imobilização ou desuso e que se verificaram perdas de força superiores a 10% logo ao fim de 4 dias de imobilidade ou acamamento, justificando a chamada de atenção para a importancia do treino da força, da mobilização e/ou da actividade muscular precoce quando em situações de acamamento por exemplo. Um dado adquirido parece ser também que em condições similares de imobilização os mais jovens perdem mais massa muscular que os idosos mas recuperam mais rápidamente e melhor que os idosos. Para além de outros factores como por exemplo os metabolitos oxidativos, a menor ou quase inexistente quantidade de células satélite no idoso pode ser uma das causas para a dificuldade e por vezes impossibilidade na recuperação da força e massa muscular. Teresa Tomás, PT, MsC, PhD student "Mitos e factos sobre o treino de força em hipertensão" Na comunicação do Doutor Jorge A. Ruivo traçou-se inicialmente o contexto epidemiológico da HTA em Portugal: 45,6% dos Portugueses são Hipertensos, 64% não sabem que o são e dos que sabem apenas 33,9% estão a ser tratados. De seguida, foi explicada a resposta aguda da Pressão Arterial ao exercício, e também enfatizado o efeito crónico hipotensor que o exercício físico, seja treino de força ou cardiovascular, induz na Pressão Arterial. Cientificamente foi explicitado que para se poderem obter os melhores efeitos na diminuição da Pressão Arterial, devemos combinar o treino cardiovascular e o treino de força. Na comunicação seguinte, do Professor José Pedro Almeida, foram apresentadas algumas guidelines de actuação com população hipertensa, como por exemplo, a necessidade de se acumular um volume de treino cardiovascular semanal de pelo menos 150 minutos de actividade moderada ou de 75’ se for de actividade intensa e de se realizar treino de força, 2-3x/ semana, com cargas de 60-70% RM, 12-15 repetições e evitando-se a manobra de valsalva. Rodrigo Ruivo, MSc, PhD student |
Destaques
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